Trabalho igual, direitos iguais | Equal work, equal rights

Estivemos ontem no Porto de Leixões, a acompanhar uma visita que uma delegação do Bloco de Esquerda ali fez, para denunciar a precariedade, as condições laborais indignas e as práticas anti-sindicais que ali imperam.

Não podemos silenciar chantagens, discriminações e mesmo perseguições aos trabalhadores que claramente resultam das suas opções de filiação sindical – que deveriam ser livres e não condicionadas ou impostas – vividas em alguns dos portos portugueses.

Defendemos a uniformização das condições de trabalho em todos os portos nacionais.

No Porto de Lisboa já conseguimos limitar e reduzir ao mínimo a precariedade – cerca de 5% do efectivo total, actualmente – com a criação de dezenas de empregos estáveis e dignos ao longo dos últimos meses, na sequência do acordo alcançado.

Nos portos de Leixões, de Setúbal, de Sines ou do Caniçal, o elevado número de trabalhadores em situação precária é absurdo, contrário ao que sempre defendemos, razão pela qual vamos continuar a lutar para que tais situações indignas terminem e para que a trabalho igual correspondam direitos iguais.

Continuaremos a lutar para convencer as empresas – em muitos casos detentoras de terminais nos diversos portos nacionais – de que nada justifica a existência de tão profundas diferenças no exercício da profissão de estivador.

Uma agressão a um é uma agressão a todos!

We Will Never Walk Alone!

Versão em Inglês | English Version

We have been present at the Port of Leixões, yesterday, to accompany a visit that a delegation from the Left Block made there to denounce the precariousness, the unworthy working conditions and anti-union practices that prevail there.

We cannot silence blackmail, discrimination and even persecution of workers that clearly result from their union membership options – which should be free and not conditioned or imposed – experienced in some of the Portuguese ports.

We advocate the standardization of working conditions in all national ports.

In Port of Lisbon, we have already been able to limit and minimize precariousness – around 5% of the total workforce, currently – with the creation of dozens of stable and decent jobs over the last months, following the agreement reached.

In the ports of Leixões, Setúbal, Sines or Caniçal, the huge number of workers in precarious situation is absurd, contrary to what we always defended, which is why we will continue to fight for an end to such unworthy situations and that to equal work should correspond equal rights.

We will continue to struggle to persuade companies – in many cases holding terminals in various national ports – that nothing can justify the existence of such profound differences in the practice of dockworker’s profession.

An injury to one is an injury to all!

We Will Never Walk Alone!

Notícias sobre o assunto, em actualização: No Diário de Notícias, no Porto Canal, no Jornal de Notícias no Esquerda

 

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